junho passou e não vi,
seus céus de azuis intensos,
a brisa gélida
a cortar meu rosto,
suas nuvens ressecadas.
junho passou e não senti,
o ar seco em minhas narinas,
o vento intruso em meus casacos.
junho passou e não quis,
deixar lembranças em mim.
Poemas despretensiosos sobre margaridas, manhãs de sol e tudo mais o que encanta as minhas pobres retinas.