Na ponta do pé
equilibra
a leve Marina.
No centro do palco
ela gira
sob o foco de luz
com os braços pra cima.
Depois com um salto,
ela voa bem alto,
rompendo limites.
E assim aterriza,
qual equilibrista,
e recebe os aplausos.
Poemas despretensiosos sobre margaridas, manhãs de sol e tudo mais o que encanta as minhas pobres retinas.
Na ponta do pé
equilibra
a leve Marina.
No centro do palco
ela gira
sob o foco de luz
com os braços pra cima.
Depois com um salto,
ela voa bem alto,
rompendo limites.
E assim aterriza,
qual equilibrista,
e recebe os aplausos.
Dora me deu notícia.
Me ligou,
falou que vinha,
trazendo o seu violão.
Dora caminha solta,
escreve a pauta da sua vida;
tem uma caneta nas mãos.
É dona de si –
de suas idéias...
Que lindo é vê-la sorrir;
gargalhar, com o rosto apontado
para o céu,
e todo o azul em volta.